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Categoria: Gestão

11 de novembro de 2019

3 Insights sobre competitividade na indústria alimentícia para 2020

A competitividade da indústria alimentícia está diretamente alinhada às principais tendências que ditam os padrões do mercado e de comportamento dos consumidores.

Enquanto empresário do ramo, para estar preparado e se manter competitivo, é imprescindível acompanhar os insights que apontam os movimentos naturais que serão seguidos pelos principais players do setor.

Confira, a seguir, 3 das principais tendências que prometem tomar conta da indústria de alimentos no próximo ano.

 

3 dicas para manter a competitividade na indústria alimentícia 

 

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1.  Invista em melhorias nos seus processos

 

Investir em melhorias de processos, automatização e semelhantes se trata cada vez menos de um diferencial competitivo, tornando-se uma obrigação para as empresas que desejam se manter relevantes perante os seus consumidores em termos de qualidade, agilidade e custo-benefício.

Entre as tendências da indústria alimentícia para 2020 voltadas à essa questão, é possível destacar pontos como:

– O uso de inteligências artificiais nas linhas de produção, que possibilita um nível minucioso de melhorias contínuas e a realização de tarefas cada vez mais complexas, já que é possível monitorar os resultados de cada maquinário, fornecendo as melhores configurações e, consequentemente, menos erros e paradas e mais produtividade e lucros;

– A automatização dos processos produtivos, em que o fluxo de operações se torna autônomo e agrega um padrão incomparável de eficiência por meio de programas e sensores que interconectam os equipamentos a fim de melhorar o seu rendimento, realizar simulações e aperfeiçoar a tomada de decisões;

– Um melhor padrão de rastreabilidade, viabilizado pelo conceito de lotes de embalagens interconectadas, que permite que os consumidores conheçam precisamente as origens do que consomem e que os gestores possam corrigir lotes com problemas ou passíveis de melhorias de maneira praticamente imediata.

 

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2.  Realize uma gestão inteligente de talentos

 

Quando tratamos sobre itens de consumo humano, o devido preparo dos profissionais que lidam com a produção de determinados produtos é sempre uma questão relevante, que não só reflete na qualidade final dos alimentos, mas também na sua segurança e alinhamento legal.

Se esse já era um ponto imprescindível para a competitividade da indústria alimentícia, o aumento da relevância das novas tecnologias mencionadas no item anterior o tornou ainda mais importante!

Por meio de investimentos em capacitação, da seleção minuciosa de talentos e de constantes treinamentos internos, é preciso criar um time de profissionais alinhado ao alto padrão de produtividade e qualidade esperado para o mercado alimentício.

Além disso, esse tipo de cuidado também incide diretamente sobre a motivação dos profissionais, fator que influencia diretamente na produtividade da indústria e na sua capacidade de melhoria contínua.

 

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3.  Fique atento às tendências de consumo

 

De acordo com dados da pesquisa 10 Macro Trends da revista Forbes, divulgados em uma matéria especial do Estadão, o consumo de alimentos saudáveis está entre o 4º ponto mais valorizado pelos consumidores na indústria alimentícia.

Isso quer dizer que, cada vez mais, as empresas do ramo precisam reinventar a composição dos seus produtos para garantir que eles provoquem impactos positivos sob a saúde de quem os consome.

O design de embalagens é outro ponto que não pode ser ignorado nesse sentido, já que a experiência dos usuários é uma questão cada vez mais central para o mercado e deve ser refletida tanto na aparência, quanto na funcionalidade desse tipo de item.

Uma boa solução nesse sentido é investir em empacotadoras automatizadas de embalagens plásticas, que ao contrário de opções baseadas em outras matérias-primas, evoluem cada vez mais em termos de conservação e sustentabilidade.

Elas não só permitem o desenvolvimento de soluções personalizadas para cada perfil de empresa, tornando seus produtos mais atraentes, como também se alinham à questão da alimentação saudável, já que são totalmente recicláveis, podem adaptar-se à fisiologia de cada alimento para conservá-lo fresco, atendem às exigências respiratórias específicas de cada produto, entre outras vantagens que permitem o seu melhor padrão de conservação.

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