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Alimentício

Pandemia Covid-19 aumenta a demanda por embalagens plásticas flexíveis

Em meio à crise do coronavírus, o setor de embalagens apresentou um resultado positivo nos primeiros três meses do ano. A seguir, você confere o que motivou esse crescimento em plena pandemia e como o setor pode se destacar ainda mais, apostando em inovações em embalagens flexíveis.

As novas tendências de consumo de alimentos devido a pandemia Covid-19

 

Com novas prioridades. É dessa maneira que pode ser avaliado o comportamento de consumo do brasileiro, desde que o país adentrou em uma crise sanitária e passou a estipular medidas de isolamento social para prevenir a disseminação do Covid-19.

A mudança nos hábitos de consumo foi divulgada pela Nielsen, que realiza pesquisas de tendências para orientar a indústria e o varejo. Segundo o instituto, a saúde passou a figurar à frente das preocupações das famílias do país, deixando as finanças pessoais em segundo lugar.

A pesquisa avaliou também o impacto do coronavírus no orçamento familiar. A ida ao supermercado diminuiu 6,5%, embora tenha sido registrado um aumento de 22% no número de itens levados na cesta. Nos carrinhos, aliás, nenhuma surpresa: itens básicos de mercearia, limpeza e bebidas não-alcóolicas, considerados artigos de primeira necessidade.

 

Embalagens plásticas flexíveis são essenciais em meio a pandemia Covid-19

 

Por conta dessa alta, o setor de embalagens teve um desempenho positivo no primeiro trimestre do ano, ao contrário de outros segmentos como o automotivo e o eletroeletrônico.

 

consumidora vendo produto de luva e máscara

 

Um estudo mensurado pela Maxiquim e divulgado pela ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas) mostra que, dentro desse universo, as embalagens plásticas flexíveis (preferidas pelos consumidores) se destacaram justamente por serem utilizadas em artigos de higiene e limpeza. A pesquisa apontou que a produção desse tipo de embalagem cresceu 1,6% no Brasil entre janeiro e março, comparado com os três últimos meses de 2019. O total produzido chegou a 487 mil toneladas.

Outros dados interessantes para o mercado: a resina mais utilizada foi o PP (polipropileno) com uma participação de 3,7% no volume total produzido, seguida por PEAD (polietileno de alta densidade), com 3,6%. As exportações brasileiras de flexíveis também tiveram um desempenho positivo, com alta de 5%, gerando US$ 57 milhões.

Para a ABIEF, esses números expõem o potencial do setor e mostram como o plástico tem papel importante no desenvolvimento social e econômico da sociedade moderna, sendo fundamental para a proteção dos alimentos e por garantir acesso seguro a medicamentos.

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O resultado positivo, porém, não pode ser utilizado para paralisar a busca por plásticos mais sustentáveis, um dos principais desafios do segmento. O desenvolvimento de embalagens mais amigáveis ao meio ambiente e que envolvam a economia circular se torna uma cobrança cada vez mais constante da sociedade, evidenciada pelo consumo responsável que, por sua vez, foi estimulado pela pandemia do coronavírus.

Agora, cabe aos fabricantes buscar soluções para desenvolver inovações no setor de embalagens flexíveis, atendendo a um consumidor cada vez mais consciente dos riscos que o consumo desenfreado traz para o planeta. E, se você é produtor, pode descobrir agora as vantagens que esse tipo de embalagem pode trazer para o seu negócio.

 

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