empacotadora vertical

Categoria: Empacotamento

22 de janeiro de 2026

Empacotadora vertical vs. horizontal: qual modelo combina com sua produção?

A dúvida entre escolher uma empacotadora vertical ou uma empacotadora horizontal é muito comum, e mais crítica do que parece.

Cada tecnologia opera de forma distinta, reage de maneira diferente ao comportamento do produto e impacta diretamente na produtividade, nos custos e na qualidade final.

Logo, a escolha depende de uma série de fatores: espaço disponível na fábrica, modelo fabril, produto, tipo de embalagem, entre outros.

Este guia vai te auxiliar a superar incertezas. Nele, você entenderá as particularidades entre os dois tipos e em quais cenários performam melhor na decisão. Boa leitura.

 

Empacotadora vertical ou horizontal? Por que exige análise técnica?

Muito comum no final da linha de produção industrial, as máquinas de empacotar industriais são projetadas para formar, preencher e selar embalagens de forma contínua, precisa e com a mínima interferência manual.

E, conforme um artigo da Associação Brasileira de Embalagem (ABRE), as embalagens são essenciais na decisão de compra, impulsionando as empresas a aprimorarem seus materiais e a tecnologia usada nos processos de fabricação.

Consequentemente, uma empacotadora é o ponto de partida para atender à demanda do consumidor e, ao mesmo tempo, garantir boa produtividade.

Na prática, ela garante ritmo, padrão e máximo controle, especialmente em linhas de produção dependentes do alto desempenho.

Este equipamento não só traz praticidade, como também melhora a apresentação final dos produtos, melhorando a experiência do cliente.

Ou seja, a empresa garante um processo de embalagem sustentável e profissional. Fortalece a imagem da marca e assegura a integridade, seja no transporte ou no armazenamento.

Porém, não caia no erro de achar que as empacotadoras vertical e horizontal competem diretamente. Na verdade, atendem necessidades diferentes para objetivos específicos.

Falaremos sobre elas a seguir. Acompanhe.

 

Empacotadora vertical: mais produtividade, agilidade e eficiência

diferenca entre empacotadora vertical e horizontal

Para identificar qual modelo é mais indicado, é preciso avaliar as principais características das opções. Vamos começar pela empacotadora automática vertical.

O equipamento empacota de forma precisa e padronizada, otimizando o espaço da linha de produção, atendendo a diferentes volumes e tipos de embalagens.

Nela, o processo de formação de pacote é realizado de forma vertical, com o produto fracionado pelo dosador posicionado na parte superior do equipamento e conduzido ao formador de pacotes, onde é dispensado em queda livre até o quadro de solda

Para isso, há a formação do pacote, onde a bobina de filme é desenrolada e conduzida para o formador de pacotes (também chamado de tubo formador). 

Nesse componente, o filme é moldado em formato tubular, envolvendo o tubo e unindo suas extremidades laterais, formando a chamada selagem longitudinal.

É a máquina de empacotar preferida em operações que exigem volume, velocidade e economia, sendo indicada para:

  • Alimentos granulados (arroz, açúcar, feijão);
  • Pós e farinhas;
  • Snacks, salgadinhos e cereais;
  • Rações de animais;
  • Massas e biscoitos;
  • Químicos e fertilizantes;
  • Congelados;
  • Nutrição animal;
  • Unitários.

Ao garantir que o produto desce por gravidade, entrega ciclos rápidos e custos mais baixos. É, na prática, uma máquina com produtividade intensa.

Principais vantagens:

  • Alta velocidade;
  • Menor consumo de filme;
  • Atende com diferentes tamanhos e formatos de embalagens;
  • Ótimo custo-benefício;
  • Variedade de pacotes: sanfonado, almofada, fundo plano, 6 soldas, 7 soldas e doypack.

 

Empacotadora horizontal (flow pack): maior proteção e acabamento impecável

qual empacotadora escolher

A embaladora horizontal é um tipo de máquina que opera com um sistema horizontal

Nele, o filme é conduzido ao formador horizontal, ele é moldado em torno do produto, com as laterais unidas e seladas, se ajustando ao produto previamente posicionado sobre a esteira de alimentação seguindo por um fluxo contínuo e apoiado sobre a esteira.

É ideal para itens que precisam de cuidado, preservação do formato ou apresentação premium, sendo indicado para:

  • Biscoitos e cookies;
  • Chocolates e barras;
  • Produtos frágeis ou irregulares;
  • Itens unitários não alimentícios.

Principais vantagens:

  • Mantém o produto estável;
  • Menos risco de quebra e danos;
  • Adapta-se a embalagens rígidas;
  • Selagens laterais e finais altamente estéticas.

Esse modelo é indicado para produtos mais sensíveis, com risco de quebra ou deformação, como  bandejas de cookies ou barrinhas de chocolate, sendo esse o seu principal diferencial.

 

Vertical ou horizontal? O comparativo técnico que facilita a escolha

A escolha da empacotadora automática ideal depende de uma decisão técnica que impacta velocidade, custos e qualidade final da embalagem.

Este comparativo mostra onde cada uma entrega melhor desempenho e qual empacotadora adotar na sua operação.

CritérioVerticalHorizontal
Tipo de produtoSólidos de fluxo livreSólidos irregulares e delicados
Layout de fábricaMenos espaço de chãoExige maior área de piso
Proteção do produtoProduto que pode causar sofrer impactosMelhor para produtos sensíveis
InvestimentoMais acessívelMaior investimento inicial

 

A Indumak atua há décadas desenvolvendo soluções completas de automação, combinando engenharia, tecnologia e suporte técnico.

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6 fatores que definem para acertar na escolha

Escolher entre uma empacotadora vertical ou horizontal depende de critérios técnicos ligados à produtividade, estabilidade de linha e custo operacional.

É nesse ponto que muitas empresas falham: gestores avaliam apenas o preço, sem atribuir a devida importância ao impacto efetivo do equipamento na rotina operacional da fábrica.

Confira os seis fatores que orientam uma decisão correta e evitam investimentos errados.

1. Comportamento do produto

Este é o ponto de partida. Se o produto apresenta bom fluxo (grãos, pós ou itens granulados), a empacotadora vertical atua com máxima eficiência.

Por outro lado, se o produto é frágil, quebra, amassa, possui formato irregular ou demanda transporte delicado, a empacotadora horizontal oferece desempenho superior.

Ignorar esse comportamento é transformar a máquina em um potencial gargalo operacional.

2. Velocidade de produção necessária

O modelo vertical entrega ciclos mais rápidos e volumes mais elevados. A empacotadora horizontal também pode oferecer alta produtividade, desde que o cuidado com o produto seja preservado.

3. Formato e variação das embalagens

A empacotadora vertical adapta-se com agilidade a variações de alturas e volumes com agilidade.

A horizontal se destaca pelo acabamento superior, especialmente para embalagens individuais ou apresentação premium.

Por isso, antes de escolher, tenha em mente: você prioriza produtividade ou estética de prateleira?

4. Consumo e custo do filme

O modelo vertical consome menos material por unidade de embalagem. O horizontal consome mais, mas entrega apresentações visualmente superiores.

Se sua margem é sensível ao custo por embalagem, este fator tem peso decisivo.

5. Precisão de dosagem e estabilidade da linha

Produtos granulados, em pó ou de fluxo contínuo funcionam melhor em sistemas verticais, com dosadores otimizados para velocidade.

Produtos individuais exigem alimentação precisa e estável, o que favorece o empacotamento horizontal.

Se a dosagem oscila, toda a linha perde consistência,  comprometendo a qualidade da operação.

6. Retorno sobre o investimento (ROI)

ROI não depende apenas do preço de aquisição da máquina.

Ele resulta da combinação de fatores como velocidade, estabilidade, custo de operação, consumo de filme, índice de perdas e retrabalho.

Uma máquina eficiente, estável e bem dimensionada se paga sozinha.

Mas, uma escolha errada trava o crescimento e multiplica custos invisíveis.

 

Qual empacotadora escolher? A Indumak ajuda você

No fim, a decisão precisa ser técnica. Cada operação tem exigências próprias, e é essa análise criteriosa que determina qual máquina realmente entrega produtividade, precisão e estabilidade de linha.

A Indumak atua justamente nesse ponto: ajudando você a transformar essa dúvida em uma decisão segura, baseada em engenharia aplicada, desempenho comprovado e necessidade operacional.

As empacotadoras automáticas são eficientes, mas só entregam seu potencial máximo quando especificadas corretamente. Essa é a diferença que a experiência Indumak proporciona.

Tire todas as suas dúvidas e solicite um orçamento com um especialista Indumak.

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